domingo, julho 09, 2006

Uma ideia como outra qualquer 2

Estava aqui a pensar nos casais dos filmes. Preferências sobre a felicidade ou infelicidade no The End, sabemos que há pares que só podem ficar juntos no final.
Isto não tem nada a ver com pessimismo. Basta pensarmos nos grandes amores dos filmes que vemos e pensarmos numa vida conjunta a longo-prazo. Eu não acho que a grande maioria fosse ficar junta para sempre.
É como na vida real. Toda a gente pode ser feliz em 10 minutos de engate, em 15 dias de amor de Verão, em 4 meses de paixão, num ano e meio de amor tentado... em vários anos de amor, família e hábito... ou como quer que o conceptualizemos na nossa cabeça. Inventaram-se tantas desculpas para termos uma mão no corpo e outra a tapar a boca da carência, que O Amor teve mesmo de aparecer.
Como Deus, criámos um monstro. Algo em que parece mal não acreditar. Talvez O Amor exista mesmo e isto não passe de uma ideia como outra qualquer. Talvez O Amor exista e eu apenas não me deixe acreditar.

5 comments:

Blogger A said...

há quem diga que "love actually is all around" por isso só posso ser agnóstico

09 julho, 2006 19:41  
Blogger Capitao America said...

Também funciona por fases. Passamos pela fase do "o que é o amor" até encontrarmos a fase do "isto é o amor" e todos os que não amem me metem nojo com a ideia que não existe amor. Uma pessoa sozinha toda uma vida pode mesmo sentir amor, talvez mesmo pela solidão. Acho que sim.

18 julho, 2006 17:47  
Blogger Diana said...

A mim enojam-me os que julgam que sabem o que é sentir "o amor".

18 julho, 2006 22:19  
Blogger Capitao America said...

É, isso é outra fase. É a fase do deixa-me ser radical e odiar todos aqueles que andam felizes. Isso passa, mesmo para as pessoas más.

19 julho, 2006 09:07  
Blogger Diana said...

Tu aborreces-me...

19 julho, 2006 22:09  

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